Author Archive for vitor_hugo
Vitor Hugo da Silva, 27 anos; Um cristão que vive diariamente o velho dilema Paulino: "Miserável homem que sou!". Estudante de teologia no Centro Evangélico de Educação e Cultura - CEEDUC. Casado com Juliana, e papai da Gabriela. Serve como presbítero na Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Joinville; congregação do Porto Rico.
Se eu fosse mais velho! (Ricardo Gondim)
Não canso de ler este texto de Ricardo Gondim. Na verdade, o tenho gravado em meu coração. Desejo decorá-lo e esmiuçá-lo em minha vida. De todos os conselhos que já ouvi, considero estes uns dos mais valiosos. O texto estará dividido em dua partes; segue a primeira. Boa leitura!
Inquietação.
O Espírito me sonda e revela:
Meus olhos estão ressequidos, minhas pálpebras insistem em não trabalhar; este recesso me causa cegueira.
Um encontro no deserto: eu.
Além do deserto[1] nos proporcionar um encontro a sós com Deus, o deserto nos arremete a um encontro com nós mesmos. No deserto conhecemos a Deus de maneira íntima, porém, no deserto também nos conhecemos de forma legítima.
Julgamento: questões da vida (testemunho).
Estou bem certo de que o meu julgamento nada tem haver com o Deus. Na verdade, o Senhor sempre nos alertou dos nossos maus juízos antecipados (Mt. 7: 1-5). Porém, como homem que sou, insisto em achar que tudo o que penso é devidamente inspirado por Deus.
Escrevinhando.
Escrevo, pois sinto a necessidade de compartilhar com as demais pessoas os meus credos e descredos, correspondentes ao cristianismo e aos demais assuntos. Não que minha escrita tenha peso, muito pelo contrário.
Deus… e nossas certezas.
Apresso meus passos.
Minha respiração ofegante retrata meu ímpeto de fuga. Afoito, fujo da certeza, do monólogo; daqueles que possuem gaiolas em suas mãos, trazendo entre suas grades o que eles insistem em chamar de Deus.
Aos cuidados de Jesus (uma carta).
SENHOR!
Tu és o meu tesouro escondido no campo.
Porém…
Sou incapaz de me desfazer de tudo o que conquistei e que ainda desejo, para levar-lhe, verdadeiramente, ao recôndito do meu coração.
Sim…
E se…
E se…
Os corações fossem desnudados em lâminas de retroprojetores dia a dia? (onde viveriam os santarrões e fariseus?).
E se…
A rua da minha saudade.
Revi, senti, e vivi. O passado intocável que traz aos olhos a primícia das lágrimas. Novamente pisei sobre o solo sagrado de minha infância que, outrora, meus pequenos pés correram, escorregam, toparam. Suspirei profundamente para buscar o frescor da mata serrada, cortada, esmagada pelos passos afoitos daqueles que brincavam como se as horas não existissem.
Rascunho da graça.
Entendo que a melhor forma de compreender a Graça de Deus, não é quando estamos diariamente em fervorosa oração, ou quando estamos lendo sistematicamente a Bíblia

